Como está sua saúde vascular?
Se você tem fatores de risco para doenças vasculares ou antecedentes familiares, faça uma avaliação preventiva com um Vascular. Veja algumas das doenças que podem ser prevenidas ou controladas:
Se você tem fatores de risco para doenças vasculares ou antecedentes familiares, faça uma avaliação preventiva com um Vascular. Veja algumas das doenças que podem ser prevenidas ou controladas:
Segunda maior causa de morte no mundo, o AVC, também chamado de derrame, ocorre quando há o entupimento ou rompimento de um vaso que leva sangue para o cérebro.
Prevenção: é preciso evitar ou controlar os fatores de risco como hipertensão, tabagismo, diabetes e obesidade. O uso de antiagregantes plaquetários nos pacientes com risco aumentado ajuda a prevenir o AVC. Exames simples como um doppler podem ajudar no diagnóstico de estreitamentos nas artérias e prevenir obstruções e embolizações na circulação que levam ao AVC.
O diabetes mal controlado pode alterar a sensibilidade dos pés (neuropatia diabética), predispondo ao ressecamento da pele e o aparecimento de lesões que funcionam como porta de entrada de infecções que podem evoluir para amputações.
Prevenção: controle do diabetes, alimentação saudável e exercícios regulares são a receita para evitar as complicações do diabetes. Hidratação da pele, exames frequentes, tratamento de micoses e uso de calçados adequados devem fazer parte dos cuidados diários dos pacientes diabéticos.
Doença causada pela coagulação do sangue no interior dos vasos que levam o sangue de volta ao coração. As veias mais comumente acometidas estão nos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Os sintomas mais comuns são o inchaço, geralmente de um só lado, e a dor. No entanto, o maior risco de uma trombose venosa é a chance de embolizar fragmentos deste trombo para o pulmão, que pode ser fatal.
Prevenção: evitar os fatores de risco como tabagismo, longos períodos com membros para baixo, sedentarismo e obesidade. Deve-se realizar prevenção mais ativa, inclusive com o uso de medicações anticoagulantes, nos casos de cirurgias prolongadas, imobilizações ou internações, assim como avaliar risco genético (trombofilia) em caso de antecedente familiar de trombose. A identificação da causa da trombose é tão importante quanto o seu tratamento, podendo até ser o primeiro sinal de um câncer, ainda não diagnosticado (5% das tromboses). Exercícios físicos, medicamentos e uso de meias elásticas podem auxiliar na prevenção.
É uma dilatação anormal da parede da aorta, maior artéria do organismo e responsável por transportar sangue rico em oxigênio para todos os órgãos. A rotura do aneurisma é fatal na maioria dos casos. As estimativas apontam que o problema acomete 5% dos homens e 1% das mulheres acima de 55 anos.
Prevenção: deve-se realizar o diagnóstico nas fases iniciais, prevenindo as complicações com a indicação do tratamento no momento adequado. A realização de exames de rotina é uma fator primordial para o diagnóstico do aneurisma da aorta, pois a doença é assintomática. Entre os fatores de risco estão: idade superior a 65 anos, tabagismo, hipertensão, aterosclerose (acúmulo de gordura e outras substâncias no vaso) e histórico familiar.
É a dilatação anormal da parede de artérias periféricas, como a femoral (virilha), poplítea (atrás do joelho), carótida (pescoço) ou em artérias viscerais. A rotura destes aneurismas é menos frequente, mas alguns deles como os localizados nos membros inferiores podem provocar o entupimento das artérias, aumentando o risco de necroses ou gangrenas que levam a amputações.
Prevenção: assim como o aneurisma da aorta, não há prevenção. O exame físico regular e especializado, associado a exames de imagem (check up) é importante na realização de um diagnóstico precoce para a instituição de um tratamento adequado e a prevenção das complicações .
Se caracteriza pela dificuldade de passagem do sangue devido a obstrução das artérias por placas de gordura, cálcio e outras substâncias (aterosclerose) ou pela degeneração da parede do vaso ao longo dos anos. Estudos americanos mostram que 50% dos pacientes com DAOP são assintomáticos e por isto não previnem a progressão da doença. Um dos primeiros sintomas a aparecer é a dor na panturrilha ao caminhar (claudicação intermitente) distâncias maiores ou aclives. Este sintoma tende a piorar com o tempo, quando não há controle dos fatores de risco, aparecendo com distâncias cada vez menores.
Prevenção: O combate ao tabagismo, já que aumenta quatro vezes o risco da aterosclerose, e o controle do diabetes e do colesterol são os principais pontos para se evitar a progressão da doença. A prática de exercícios físicos regulares, diminuindo o sedentarismo, ajuda no desenvolvimento de circulação colateral, diminuindo o risco e os sintomas da DAOP.